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18/07/2011

Brasil participa da FILDA 2011 em Angola com 34 expositores

A Apex-Brasil coordena a participação brasileira, que em 2010 rendeu negócios da ordem de US$ 50 mi


A 28ª edição da Feira Internacional de Luanda (FILDA 2011), maior feira multissetorial de Angola, começa nesta terça-feira (19/07) com a participação de 23 países e mais de 650 expositores. A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) coordena o Pavilhão Brasileiro, que reúne 34 empresas expositoras, a maioria representando os setores de alimentos e bebidas, casa e construção e máquinas e equipamentos.

Nos dias 20 e 21 de julho, será realizado, ainda, no espaço da FILDA, o Encontro de Empresários para Cooperação Econômica e Comercial entre a China e os Países de Língua Portuguesa, um fórum com a participação de empresários de Angola, Brasil, Portugal, Macau, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Timor Leste e China. O evento terá como tema “Juntos na Cooperação pelo Desenvolvimento”. O diretor de Negócios da Apex-Brasil, Rogério Bellini, falará sobre as oportunidades de negócios e de investimentos no Brasil.

O Brasil participa da FILDA desde 2003, com o objetivo de potencializar a exposição das empresas brasileiras e fortalecer a imagem do país no mercado angolano. Neste ano, o Brasil será o país homenageado pela organização da Feira. Na quinta-feira (21/07), data escolhida como o Dia do Brasil, haverá uma festividade especial, às 17h, no Pavilhão Brasileiro, com a presença de autoridades do Brasil e de Angola e a apresentação do grupo musical Casuarina, do Rio de Janeiro.

No ano passado, o volume de negócios estimados para o ano ficou em US$ 50 milhões. O Pavilhão Brasileiro recebeu, ainda, cerca de 20 mil visitantes, sendo o segundo maior do evento, depois de Portugal.

“Angola foi eleita mercado prioritário para as ações da Apex-Brasil”, explica Bellini. “Passamos, então, a realizar um trabalho específico, com uma abordagem diferenciada junto aos exportadores brasileiros para apresentar a eles um conjunto de soluções e informações estratégicas que a Apex-Brasil tem a oferecer sobre o mercado angolano e para colaborar no desenvolvimento de Angola”.

Preliminarmente à FILDA, um ciclo de seminários sobre as oportunidades de negócios no mercado angolano foi promovido, de 3 a 18 de maio, pela Apex-Brasil em Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Pernambuco e São Paul o, reunindo 450 empresários brasileiros de diversos perfis – os que nunca exportaram, os que já exportaram, mas não de forma continuada, e os que já estão em Angola e desejam internacionalizar as suas empresas.

Paralelamente às atividades da FILDA, a Apex-Brasil, em parceria com a  Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (FIERGS), promove a missão cultura exportadora destinada a empresas iniciantes no processo de exportação que estejam em busca de informações sobre o mercado angolano.


 


Centro de Negócios (CN) em Angola


 


A Apex-Brasil já tem um Centro de Negócios (CN) em Angola, instalado em Luanda no complexo Belas Business Park, uma área que se encontra em plena expansão e caracteriza-se como novo centro empresarial da cidade.

O CN Angola trabalha para 
identificar oportunidades comerciais no continente africano, estabelecer articulação com instituições governamentais, auxiliar na internacionalização das empresas brasileiras, desenvolver ações para incrementar as exportações brasileiras para a África, fornecer contatos qualificados na área imobiliária e elaborar e divulgar uma base de dados com informações e contatos de empresas em fase de instalação que tenham interesse em dividir espaço e custos com outras empresas.

Panorama econômico e comercial

Angola é o terceiro maior destino das exportações brasileiras na África. Estudo da Unidade de Inteligência Comercial e Competitiva da Apex-Brasil indica que, no ano passado, Angola importou do Brasil mercadorias no valor de US$ 947,1 milhões, sendo 75,6% em produtos industrializados.  Entre as principais mercadorias brasileiras exportadas para o mercado angolano estão os produtos de carne e pescado, açúcar e outros produtos alimentícios, artigos de mobiliário, geradores, transformadores e motores elétricos, rações para animais e máquinas e equipamentos de uso específico.

Portugal, China, Estados Unidos e Brasil são os principais países originários das importações para Angola, enquanto que os principais destinos das exportações angolanas são China, Estados Unidos, Índia e França. A economia angolana é baseada em petróleo, produto responsável por 96% do total dos US$ 38,1 bilhões exportados em 2009, ano em que as importações de mercadorias somaram US$ 15,7 bilhões. 

A corrente de comércio entre Brasil e Angola cresceu 185% entre 2005 e 2009, passando de US$ 520 milhões para US$ 1,5 bilhão.  Em 2009, as exportações brasileiras para Angola foram de US$ 1,3 bilhão, resultante da exportação sobretudo de veículos, carnes, máquinas e equipamentos e móveis, tendo o Brasil importado de Angola derivados de petróleo.



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