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16/06/2011

Melhora percepção internacional sobre o Brasil na área social

Pesquisa feita pelo Ipea mostra também que a impressão caiu em relação à economia

Pesquisa feita pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) mostra que a percepção internacional sobre o Brasil melhorou na área social e piorou em relação à economia, à política e ao governo. O índice Monitor de Percepção Internacional (MPI), divulgado hoje (16) pelo instituto, formula, a cada três meses, 15 perguntas sobre o Brasil a representações de governos (embaixadas e consulados), câmaras de Comércio, empresas com controle estrangeiro e organizações multilaterais. As notas são dadas em uma escala que vai de -100 a 100. Números positivos indicam otimismo.

Seis perguntas são sobre a economia do país. Três tiveram respostas, em média, no patamar negativo; uma, no neutro; e duas, no negativo. Três foram sobre a áreas social - duas ficaram no patamar positivo. Mais seis perguntas foram sobre política, governo e instituições (apenas uma recebeu, em média, nota negativa).

Na comparação com a pesquisa feita em fevereiro, o indicador relativo à redução da pobreza evoluiu de uma nota média 26 para 40. O indicador sobre redução da desigualdade aumentou de 17 para 28. A percepção do nível de violência no Brasil teve queda sensível em maio, passou de -5, em fevereiro, para -33.

Os entrevistados foram perguntados sobre a probabilidade de o Produto Interno Bruto (PIB) do país crescer entre 3,6% e 6%. A nota para isso ocorrer subiu de 40, em fevereiro, para 44 em maio. Sobre as condições gerais de crédito, as notas subiram, em média, de -14, no segundo mês do ano para -7 em maio. Já o acesso da população a bens de consumo ficou estável. O aumento nos investimentos estrangeiros caiu de 38 para 35 e as melhorias nas condições de infraestrutura saiu de -12 para -18.

As expectativas em relação à evolução da inflação continuam negativas, com o indicador temático passando de -10 para -24. A resposta mais comum foi uma taxa de inflação em torno de 5,5%. O Ipea apontou também que a maioria dos pesquisados acreditam em uma probabilidade de 57% de que a taxa de inflação supere a meta em 2012. Sobre a estratégia do Banco Central para combater a inflação, 76% dos pesquisados disseram estar certa, mas com efeito limitado devido à natureza de parte das pressões inflacionárias.

“No ano passado havia um clima muito intenso em relação ao Brasil, crescimento alto e inflação relativamente controlada. Este ano, o crescimento está mais baixo e inflação mais alta. Isso teve impacto no indicador da inflação, reflexo das medidas anti-inflacionárias, e houve piora na expectativa do consumo e do crédito”, disse o técnico de Planejamento e Pesquisa do Ipea André Pineli. Já a nota média sobre a avaliação do grau de atendimento das necessidades da população pelas políticas sociais apresentou declínio de 21, em fevereiro, para 8 em março.

A percepção da influência brasileira em instituições multilaterais cresceu de 14 para 24. A percepção da influência na América Latina caiu de 16 para 12., a da segurança jurídica caiu de -3 para -9, e da condução da política econômica caiu também de 12 para 5. A pesquisa foi feita entre12 e 26 de maio de 2011. Foram consultadas 170 entidades.

Com informações da Agência Brasil


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