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Barreira argentina

Dificuldades de exportação de produtos geram descontentamento dos fabricantes de produtos médico-hospitalares

Incubadora da Fanem: agora Made in Índia

Fabricantes brasileiros de equipamentos médico-hospitalares reclamam de abusos e desrespeito a acordos internacionais quando buscam a certificação necessária à exportação para a Argentina. A Dabi Atlante, por exemplo, afirma que é preciso repetir naquele país o oneroso processo dos testes já realizados para a certificação na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). “É uma barreira não tributária, colocada especificamente para o Brasil”, queixa-se Paulo Passarini, gerente de garantia de qualidade da companhia.


Outra empresa do setor, a Fanem, para vender suas incubadoras no país vizinho sem repetir esses testes, tem como única opção apresentar a certificação da Comunidade Europeia, junto com a certificação individual ou um comprovante de venda direta a um país desse bloco. “É praticamente impossível comprovar a venda direta porque comercializamos nossos produtos basicamente com distribuidores”, afirma José Osvaldo Flosi, gerente de exportação da Fanem. “O registro em um país europeu tem custo muito elevado”, acrescenta. Segundo Hely Maestrello, diretor executivo da Abimo (associação de equipamentos médicos e hospitalares), exigências similares estariam sendo impostas a argentinos interessados em vender no Brasil.


Os representantes das empresas brasileiras contestam essa informação. De todo modo, a disputa segue. Maestrello recomenda: “Quem deseja exportar para a Argentina deve se preparar para repetir os testes de certificação naquele país”. A Anvisa não se pronunciou. (Antônio Carlos Santomauro)                                  


 


Baby Índia A FANEM, FABRICANTE de equipamentos hospitalares sediada em Guarulhos, na Grande São Paulo, pretende inaugurar, em 2011, sua primeira fábrica de equipamentos neonatais fora do Brasil. O país escolhido foi a Índia – e, decerto, pesou na decisão o gigantismo do mercado indiano, que hoje soma 1,2 bilhão de habitantes. O investimento será de US$ 5 milhões. Com o mercado brasileiro saturado, a companhia busca mais compradores internacionais. A Fanem já exporta para 93 países, que, juntos, representam 35% do seu faturamento.



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