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18/03/2009

El País: Juro alto dá ao Brasil margem de manobra na crise

Estímulo monetário pode funcionar mais depressa do que a política fiscal, segundo consultoria britânica

Mesmo depois de cortada a taxa Selic em 1,5 ponto, os juros no Brasil continuam cinco pontos acima da inflação, o que dá ao país uma margem enorme para continuar estimulando sua economia por meios monetários, comenta o site espanhol El País.com na seção Laboratorio de Ideas (Lula aún tiene munición en el bolsillo, 15/3/2009).

O Brasil compartilha o destino de outros países na crise mundial, mas sua recuperação deveria ser mais rápida e robusta, segue a análise, baseada em dados da consultoria britânica Lombard Street Research.

Com juros tão altos, o Brasil não precisa de grandes planos de estímulo fiscal, que poderiam debilitar seus enormes avanços recentes nas áreas do orçamento e da dívida pública, diz ainda o jornal espanhol.

É provável que o estímulo monetário funcione mais rapidamente que o fiscal, sem os efeitos secundários desagradáveis do déficit, acrescenta. E conclui que são essas as vantagens de uma política de juros de altas taxas reais, algo fora de moda hoje em dia.



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