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06/02/2009

Para a OCDE, o Brasil irá menos mal do que o mundo em 2009

Organização prevê "forte desaceleração" da economia no mundo rico e nos BRICs; para o Brasil, apenas "desaceleração"

O Brasil foi o único país a receber um prognóstico de "desaceleração" nos próximos meses, numa avaliação das perspectivas econômicas para a primeira metade de 2009 divulgada hoje pela OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), que reúne 29 países, em sua maioria economias desenvolvidas (o Brasil não faz parte da OCDE).

Parece ruim, mas não é tão ruim quanto as perspectivas dos outros países avaliados - todos, sem exceção, tiveram um prognóstico de "forte desaceleração", significando que suas perpectivas para a primeira metade de 2009 são ainda mais sombrias do que as do Brasil. Na maioria das economias da OCDE, os indicadores caíram aos piores níveis desde o choque do petróleo dos anos 70, segundo o documento da organização (leia um resumo e veja os quadros e tabelas em inglês ou em francês).


Em queda , mas nem tanto

Os números divulgados hoje mostram que, em dezembro do ano passado, o Brasil caiu 1,8 ponto no indicador da OCDE, em relação ao mês anterior. Na comparação com os doze meses anteriores, a queda do Brasil chegou a 5,4 pontos.

Ainda assim, o Brasil segue com a melhor pontuação entre todos os países e grupos analisados - 98,8 pontos (o índice mede as perspectivas de crescimento da economia nos próximos meses em relação à média de longo prazo, que é igual a 100). Por isso, sua perspectiva é apenas de desaceleração, enquanto para todos os outros o prognóstico é de forte desaceleração.

Para comparar: a China, por exemplo, caiu 2,7 pontos em dezembro e nada menos do que 14 pontos em relação a 2007, o que a deixou com uma pontuação final de 87,6. Os Estados Unidos caíram 1,4 pontos em dezembro e 9,5 pontos sobre 2007, ficando com 91,3 na pontuação final.

Na Europa, a Alemanha tem o prognóstico mais sombrio, com 1,6 pontos de queda em dezembro e 11,8 em relação a um ano atrás, e pontuação final de 90,9. A zona do euro caiu 0,9 em dezembro e 8,2 sobre um ano atrás, com pontuação final de 93,8.

E o G7, que abriga as sete maiores economias desenvolvidas, todas integrantes da OCDE (Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão e o Reino Unido), caiu 1,2 ponto em dezembro e 8,2 pontos no ano, fechando 2008 com 92,4 pontos.



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