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30/01/2009

Camargo Corrêa chega ao primeiro time das novas transnacionais

Consultoria internacional inclui 14 brasileiras na lista das 100 empresas emergentes que desafiam competidoras dos países ricos pela liderança dos mercados globais

Via Interoceânica: obra da Camargo Corrêa no Peru

O grupo Camargo Corrêa é a novidade brasileira no relatório anual sobre as cem empresas transnacionais mais importantes de países emergentes, apresentado esta semana no Forum Econômico Mundial de Davos, na Suiça, pelo Boston Consulting Group (BCG), uma firma internacional de consultoria (The 2009 BCG 100 New Global Challengers).

Ao todo, 14 empresas multinacionais brasileiras* fazem parte da lista, uma a mais - exatamente a Camargo Corrêa - do que no relatório de 2008 (também em inglês). A China, com 36 empresas (41 no ano passado), e a Índia, com 20 empresas (igual a 2008), ficaram à frente do Brasil na avaliação do BCG.

O México tem sete nomes na lista, enquanto a Rússia fica com seis empresas. Os dois países mantêm as posições de 2008 (ao todo, 14 países emergentes têm empresas incluídas na lista).

Entre as firmas dos quatro países que dividem com o Brasil as primeiras posições estão a siderúrgica Baosteel, a montadora de automóveis Chery, a petrolífera CNPC e a fabricante de aparelhos elétricos Gree (chinesas); as informáticas Infosys e Wipro, a farmacêutica Dr. Reddy's Laboratories, e seis empresas do conglomerado Tata (índianas); a telefônica América Móvil, a cimenteira Cemex e a fabricante de bebidas Femsa (mexicanas); e as companhias russas de petróleo e gás Lukoil e Gazprom.


Desafiantes Globais  

Na América Latina, o Chile aparece com dois nomes, a empresa de navegação CSAV e a varejista Falabella (tinha apenas uma em 2008); e a Argentina segue com uma empresa, a Tenaris, fabricante de dutos e tubulações para a indústria petrolífera.

A Camargo Corrêa é apresentada no documento do BCG como um dos maiores conglomerados brasileiros, ativo nos setores de construção e engenharia, calçados, têxteis, infraestrutura, materiais de construção e imóveis. Está presente na América Latina, Espanha e África, além do Brasil, e teve receitas de 6,4 bilhões de dólares em 2007.

"A Camargo Corrêa dobrou de tamanho entre 2005 e 2007, e estima-se que suas receitas internacionais estejam crescendo ainda mais rápido", assinalam os autores do relatório.

O documento trata as cem empresas escolhidas como "desafiantes globais" - corporações que crescem depressa, desenvolveram vantagens competitivas importantes e ameaçam o domínio mundial das multinacionais mais antigas, sediadas nos países ricos.

*Camargo Corrêa, Coteminas, Embraer, Gerdau, JBS-Friboi, Marcopolo, Natura, Odebrecht, Perdigão, Petrobras, Sadia, Vale, Votorantim e WEG.

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A Camargo Corrêa anunciou hoje a compra da participação acionária do grupo Votorantim na VBC Energia, a empresa com a maior participação no controle da CPFL Energia. Esta última é responsável por cerca de 13% do mercado de distribuição de energia no país, com atuação mais forte em São Paulo e no Rio Grande do Sul. A partir da aquisição, o grupo Camargo Corrêa passa a controlar integralmente a VBC Energia.
 



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