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Dez 2008/Jan 2009

Meio cheio ou meio vazio?

São Paulo e Rio ficam atrás de Beijing e da Cidade do México no índice de globalização da Foreign Policy

Armando Mendes

Na temporada de rankings e prognósticos do último trimestre do ano, São Paulo e Rio de Janeiro disputaram um lugar na lista das cidades mais globalizadas do planeta e o Brasil mediu forças com BRICs e vizinhos de continente na competitividade, qualidade de vida, honestidade corporativa e projeção futura.

São Paulo ficou em 31º lugar e o Rio de Janeiro em 47º no Index das Cidades Globais (em inglês) da Foreign Policy, a revista de política e economia internacionais publicada pelo grupo editorial do jornal Washington Post. As suspeitas usuais - Nova York, Londres, Paris e Tóquio - ganharam as quatro primeiras posições, com Hong Kong fechando o pódio das cinco cidades mais globalizadas.

A revista, em parceria com a consultora A.T. Kearney e o Chicago Council on Global Affairs, quer medir a influência e o grau de integração internacional de 60 metrópoles globais (do Brasil, só entram as duas citadas). Para os criadores do ranking, ele é um verdadeiro índice da globalização, fenômeno que se confunde com a urbanização do planeta.


Bem nos negócios, mal no capital humano

Para avaliar as concorrentes, o Index pondera 24 critérios agrupados em cinco dimensões: a atividade de negócios, o capital humano, a troca de informações, a experiência cultural e o engajamento político. No resultado geral, São Paulo fica atrás de três metrópoles dos BRICs - Beijing (12ª), Moscou (19ª) e Xangai (20ª) - e à frente das indianas Nova Déli (41ª) e Mumbai (49ª). Na comparação com as rivais latino-americanas, São Paulo perde da Cidade do México (25ª) e ganha apertado de Buenos Aires (33ª).

Mas é nos resultados parciais que se revelam as forças e as fraquezas de cada metrópole: São Paulo, por exemplo, aparece em 16ª lugar na primeira dimensão da pesquisa, a das melhores cidades para fazer negócios - e só nela a capital paulista fica entre as vinte cidades mais importantes. Na outra ponta, São Paulo tem seu pior resultado entre as cidades de capital humano desenvolvido - cai para a 36ª posição, resultado que a puxa para baixo no ranking geral. A capital paulista toma poeira de Buenos Aires (18ª) e da Cidade do México (19ª) que, ao contrário de São Paulo, nessa dimensão ficam à frente de suas posições no ranking geral.



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